Alaíde cresceu ouvindo vozeirões, sambas, baiões e boleros. Mas gostava de uma “música esquisita” que, naquele Rio de Janeiro dos anos 1950, estava para ganhar forma, nome e fama.
Os assuntos pinçados com o ex-Mulheres Negras resvalaram no cinema e debandaram pro candomblé; começaram nas turnês gringas a bordo do Karnak e se ajustaram ao naufrágio da indústria fonográfica.
Ela não se cansa de afirmar que o seu estilo é o romântico. Seu extenso patrimônio musical de sambas-canções, tangos, boleros e baladas sempre foi alvo de diferentes avaliações.